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sábado, 11 de junho de 2011

Com olhos fechados, de olhos abertos...

...de olhos fechados eu sinto tudo que minha imaginação projeta, com eles fechados o que eu imagino se torna real e tenho a vaga sensação de que tudo que imagino faz parte de meus atos, tudo que eu imagino se torna sentido e quase sempre o sentido se torna perceptível.
De olhos fechados me mantenho como se estivessem abertos, imagino tantas coisas que de olhos abertos não imagino pensar, me perco em tantas viagens que de olhos abertos é impossível viajar...de olhos abertos a realidade é sincera e a sinceridade doi, o dia se torna tão cansativo quanto a noite e com certeza só espero o momento de fechar os olhos novamente. Com olhos abertos eu sei que não posso sonhar mas também sei que não sonhando evito mentiras, ilusões e quedas sensitivas.
De olhos abertos quero fecha-los de olhos fechados maduramente vou desejar abri-los.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Nunca seremos perfeitos se não aceitarmos a imperfeição;

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Seriedade cega;

O olhar triste de um cachorro sujo de frio ao ver as antenas parabólicas das casas imensamente quentes ao expelir o carro que leva a pequena burguesa  de cara feia para o futuro mais capitalista e repleto de desigualdade. Uma metralhadora de palavras dispostas a te fazer olhar para os lados e ver muito mais que a sua dor, egoísta e fútil. Uma perca de tempo imensa para construir o ganha pão e mais tempo perdido para paga-lo, ou você se enquadra  a esse padrão de vida cego, ou você rejeita-o e vive de prozac ate o resto da sua vida na sociedade e seus costumes já imutáveis.

domingo, 5 de junho de 2011

Mente malvada, mente horrenda, mente tímida simplesmente uma mente de mentiras.

sábado, 4 de junho de 2011

sentir saudade de nada sentir.

Senti tanta saudade de liberar algo que prendo dentro de mim para um numero maior de letras, para algo maior que possa sustentar o que eu nunca senti, algo que possa sustentar aquilo que sempre prendi e preservei dentro de algumas entranhas estranhas, tudo que eu sempre evitei e escondi dentro de algumas gavetas amarrotadas em pequenos sorrisos.
Senti saudade de achar que a tristeza não era sentimento e que não havia dor mais dolorida do que não sentir, ainda sinto saudade da inspiração que antes vinha de cortes ao sangue frio na carne quente e hoje são vindos de um sentimento distante, é que como se tudo fosse em vão e esse vão fosse tudo, hoje não existe o vão e nem o tudo; somente algumas saudades e sentimentos que já existiram porém passaram como tudo já passou e haverá de passar.
Cada dia um sentimento, cada sentimento uma sensação. Sentir cada dia como uma sensação, sorria você ainda sente.

O sempre interminavel

Uma estrada e seu fim
seus fins em uma estranha estrada.
Uma estrada estranha e um fim.
simplesmente caminhando sem esperar o fim
indo adiante de um sempre, seguindo
além de um para sempre,
e fujindo de um fim estranhamente natural.

Sempre terá algo para sempre,
porém sempre haverá um fim para todo sempre.