SEJA BEM-VINDO(A) A ESTE ESPAÇO; A ESTE ESPAÇO DE DELÍRIOS.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Uma vida por outra, justo e compreensível.

quarta-feira, 30 de março de 2011

uma vida

Agora estava em busca de novos horizontes, andava com saudade dos sorrisos dos velhos tempos. Mostrava-se disposta a novas possibilidades, novos conhecimentos e novas histórias. Andava dando importância a fatos que antes nem reparava. Procurava julgar menos e agir mais. Talvez o tempo tivesse servido de remédio para sarar as feridas e desmascarar as falsas verdades. Não sabia ao certo a razão, mas andava se afastando do que lhe parecia irreal e pouco confortável. Queria sugar a essência de tudo. Meias verdades agora eram apenas descartáveis. Precisava de verdades absolutas, incontestáveis e revolucionárias. Agora tinha plena convicção que a inconstância das coisas é que nos faz mais feliz. O definitivo nos deixa imóveis, postados numa realidade inventada. Preferia a mutação das coisas. Viver um capítulo por dia, sempre com finais diferentes. Dias bons e ruins. Dias de sorrisos e de lágrimas. Felicidades e tristezas. Frustrações e realizações. Amores e desamores. Isso lhe trazia vida, realidade e felicidade. Ultimamente buscava somente desprender-se de si mesma para tornar-se uma mera espectadora de suas vivências.

terça-feira, 29 de março de 2011

abraço

Acolho,
Recolho,
Abro, não me encolho.
Braços entrelaçam, laços se abraçam.
Entregue no abraço, amasso nos braços.
O coração encosta-se a outro coração.
Juntos fazem tanto barulho,
Gerando um turbilhão de sentimentos.
Deixando o corpo leve!
Sentindo várias formas de amor.

segunda-feira, 28 de março de 2011

A cura esta a caminho.
Eu deliro tão alto que me sinto acima de dez palmos debaixo da terra, me sinto acima do seu telhado, me sinto acima da sua cabeça. Eu deliro tanto que me sinto acima de você e acima de tudo.Não é atoa que são só delírios.

Uma lamina e dois cortes.

Precisava apenas de uma gota de sangue para saber que algo em mim existia, era só um corte no pulso e eu saberia que estava realmente viva e que você não tinha levado tudo em mim além do ar.
Em poucos dias você deixou uma vida para traz, judiou de um corpo inocente e maculou um coração iludido.
Precisava somente de uma lamina e algumas lágrimas frias para ter certeza de que você tinha levado tudo que para mim não servia.
Pulsos cortados, coração maculado e um desejo mútuo de ir embora para sempre.Me diga somente uma vez que eu morri e não precisa repetir, pois a vida para mim chega ao fim com um corte em cada pulso e uma lamina chorona.
Um coração morto e congelado poderia voltar a bater? Parecia que o meu podia.