SEJA BEM-VINDO(A) A ESTE ESPAÇO; A ESTE ESPAÇO DE DELÍRIOS.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
meu amor.
Fique comigo até o dia anoitecer
Beije-me até seus lábios pelejarem
Toque meus tato de uma forma casual
Deixe-me alegre de uma forma calma e natural
Seja somente meu e deixe que eu seja somente sua
Nossas combinações fazem de nossas atrações meras semelhanças
Coisas de rua
Nossas semelhanças fazem de nossas características únicas, como em um só;
Um só amor, um só prazer, um só objetivo.
Todos pensamentos concentrados nos passos um do outro
Todos desejos concentrados em um só querer e tantos sentimentos feitos somente para sentir e ser sentido. Meu amor; meus sentimentos.
Beije-me até seus lábios pelejarem
Toque meus tato de uma forma casual
Deixe-me alegre de uma forma calma e natural
Seja somente meu e deixe que eu seja somente sua
Nossas combinações fazem de nossas atrações meras semelhanças
Coisas de rua
Nossas semelhanças fazem de nossas características únicas, como em um só;
Um só amor, um só prazer, um só objetivo.
Todos pensamentos concentrados nos passos um do outro
Todos desejos concentrados em um só querer e tantos sentimentos feitos somente para sentir e ser sentido. Meu amor; meus sentimentos.
sábado, 21 de maio de 2011
o medo de ser.
O medo que amedronta o ser humano, o medo que o faz fazer de vários sentimentos a existência e de varias existências uma ação. O medo do ser humano que o faz deixar de ser o que ele devia ser, ou quer ser. Esse medo que muitas vezes faz ser bobo, faz agir indefinidamente, o medo que nos mantém indecisos ou até mesmo confusos, esse medo que nos amedronta e nos aflige.
Quase todas características humanas são ditadas por medo, são guiadas por medo, são criadas por medo. Você mente por medo, você fica confuso por medo, você é orgulhoso por medo, você foje por medo, quase sempre suas ações viram caracteres, quase sempre, mas sempre guiados pelo medo.
O medo é natural, ele te faz acreditar em coisas pra não temer e te faz temer coisas por falta de crença, o medo chega a ser interessante quando se torna raridade e chega a ser costume quando é em grande quantia.
O medo de ser o que somos, o medo de agir como o ser, o medo que atrai mais medo, ou somente o medo e suas características, todos tememos à algo nos dias, na vida, nos momentos...mas na vida uma coragem deve ser conquistada como parte do medo de ser sempre incompetente de ser corajoso.
Quase todas características humanas são ditadas por medo, são guiadas por medo, são criadas por medo. Você mente por medo, você fica confuso por medo, você é orgulhoso por medo, você foje por medo, quase sempre suas ações viram caracteres, quase sempre, mas sempre guiados pelo medo.
O medo é natural, ele te faz acreditar em coisas pra não temer e te faz temer coisas por falta de crença, o medo chega a ser interessante quando se torna raridade e chega a ser costume quando é em grande quantia.
O medo de ser o que somos, o medo de agir como o ser, o medo que atrai mais medo, ou somente o medo e suas características, todos tememos à algo nos dias, na vida, nos momentos...mas na vida uma coragem deve ser conquistada como parte do medo de ser sempre incompetente de ser corajoso.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Realidade pro fim
o modernismo acabou com as coisas boas do mundo, destruiu o ar, o amor, a juventude, o gosto próprio, a humildade, destruiu o ser homem e deixou um ser oco esquelético. O modernismo destruiu a mente humana e deixou um esqueleto sobrevivente.
semelhanças de duvida
A sete palmos eu sinto o corpo vibrar, a alguns centímetros da vida eu sinto a mente esfriar, já sei que eu não deveria sentir, mas só pós a morte eu passo a sentir o que na vida eu nunca senti, amor. Amar o frio e o medo, me fez ver que não é tão ruim. Parece um ninho, mas é apenas algumas folhas unidas, me lembra outono mas é frio que nem inverno, vejo alguns passarinhos, e algumas borboletas como na primavera, só que estão tão escuras que me lembram uma noite fria de inverno, vejo algo brilhar como o sol de verão, mas é incandescente e escuro que nem inverno.A semelhança do inferno ao inverno é tão longa quanto as lágrimas de um sobrevivente, sejamos algo guiado à algo que não conhecemos, como a morte, e vivemos em algo sem saber, como ser da vida.
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